UFPI/HU-UFPI - Hospital Universitário do Piauí - Teresina (PI) — Prova 2016
Lactente, 11 semanas de vida, iniciou, há mais de uma semana, quadro de obstrução nasal, coriza e tosse leve. Apesar de o bebê manter-se afebril, a mãe procurou o pediatra. Em consulta ambulatorial, foi detectado que o lactente encontrava-se ativo; corado; hidratado; acianótico; anictérico; FR = 60 irpm; ausência de tiragens ou retrações inter ou subcostais. Ausculta respiratória dificultada pelo choro. Realizou hemocultura e urinocultura, que não evidenciaram crescimento bacteriano, e hemograma sem alterações importantes além de eosinofilia. A mãe realizou oito consultas de pré-natal; nega hipertensão; nega rotura prematura de bolsa ou infecção urinária, apesar de ter percebido leucorreia nas duas semanas que antecediam o parto. Nasceu de parto vaginal, a termo, pesando 3.500 g, em boas condições; não necessitou de cuidados especiais, além do tratamento de secreção purulenta ocular bilateral. O principal agente etiológico implicado nesta patologia é:
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