Cetoacidose Diabética Pediátrica: Manejo de Insulina e Glicose

HSL/Sírio - Hospital Sírio-Libanês (SP) — Prova 2023

Enunciado

Menina de 7 anos, diabética tipo I, chegou ao pronto atendimento em cetoacidose diabética, com queixa de mal-estar há 5 horas, sem febre. Glicemia inicial: 400 mg/dL; pH sérico: 7,10 e K: 5,2 mEq/L. Recebeu inicialmente hidratação endovenosa com soro fisiológico, apresentando diurese abundante e clara. Iniciado então insulina endovenosa contínua, mantida hidratação com ringer lactato e iniciado reposição de potássio no soro. Após cerca de 6 horas a paciente apresenta diurese de 6 mL/kg/h, glicemia: 250 mg/dL, gasometria com pH: 7,2 e K: 3,8 mEq/L. Entre as opções abaixo, a melhor conduta nesse momento para este paciente é: 

Alternativas

  1. A) Manter insulina endovenosa e iniciar aporte de glicose ao soro. 
  2. B) Suspender oferta de potássio no soro.
  3. C) Aumentar a dose da insulina endovenosa e diminuir volume do ringer.
  4. D) Suspender insulina endovenosa e iniciar reintroduzir insulina NPH.
  5. E) Manter insulina endovenosa e iniciar dieta por via oral. 

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