Cetoacidose Diabética Pediátrica: Complicações do Tratamento

AMRIGS - Associação Médica do Rio Grande do Sul — Prova 2024

Enunciado

Criança de 12 meses dá entrada na emergência pediátrica em coma afebril. Mãe informa que há 3 dias apresenta-se mais irritada e com redução da aceitação da dieta. História patológica pregressa negativa para agravos importantes. Ao exame está hidratada, corada, respiração típica de Kussmaul, sem déficit perfusional, hemoglicoteste 600 mg/dL. Sua gasometria evidencia acidemia metabólica, anion gap aumentado. Sobre o manejo dessa emergência na infância, cuidados devem ser tomados especialmente no sentido de evitar baixo débito culminando com parada cardiorrespiratória pela hipofosfatemia decorrente de:

Alternativas

  1. A) Hipoinsulinismo primário do coma hiperosmolar diabético, já que cetoacidose não pode ser definida em função da faixa etária.
  2. B) Hiperinsulinismo induzido pelo tratamento, à semelhança do que ocorre na síndrome de realimentação.
  3. C) Correção da acidemia severa com bicarbonato intravenoso, fármaco esse utilizado independentemente da gravidade da acidemia.
  4. D) Hipercalcemia comum na cetoacidose diabética, especialmente se a criança apresentar sinal de Trousseau positivo.

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