Cetoacidose Diabética: Reposição de Fosfato em Hipofosfatemia Grave

Santa Casa de Campo Grande (MS) — Prova 2025

Enunciado

Na Cetoacidose Diabética em situações de extrema depleção de fosfato:

Alternativas

  1. A) Que podem evoluir com manifestações clínicas graves, como insuficiência cardíaca congestiva, insuficiência respiratória aguda, anemia hemolítica e outras condições clínicas associadas à hiperóxia, a reposição de fosfato de potássio (ou glicerofosfato) 20 a 30 mEq por litro de fluido IV, é necessária.
  2. B) Que podem evoluir com manifestações clínicas graves, como insuficiência cardíaca congestiva, insuficiência respiratória aguda, anemia hemolítica e outras condições clínicas associadas à hipóxia, a reposição de fosfato de potássio (ou glicerofosfato), é desnecessária.
  3. C) Que podem evoluir com manifestações clínicas graves, como insuficiência cardíaca congestiva, insuficiência respiratória aguda, anemia hemolítica e outras condições clínicas não associadas à hipóxia, a reposição de fosfato de potássio (ou glicerofosfato) 20 a 30 mEq por litro de fluido IV, é necessária.
  4. D) Que podem evoluir com manifestações clínicas graves, como insuficiência cardíaca congestiva, insuficiência respiratória aguda, anemia hemolítica e outras condições clínicas associadas à hipóxia, a reposição de fosfato de potássio (ou glicerofosfato) 20 a 30 mEq por litro de fluido IV, é necessária.

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