Cetoacidose Diabética Pediátrica: Sinais e Diagnóstico Urgente

UFMT/HUJM - Hospital Universitário Júlio Müller - Cuiabá (MT) — Prova 2016

Enunciado

Menina de três anos é levada ao PS, desacordada, com história de dor abdominal periumbilical súbita há um dia. Mãe refere três episódios de vômitos e emagrecimento acentuado. Diurese preservada, nega diarreia. Ao exame: Peso – 12,5 kg; Temperatura axilar – 36,2 ºC; FC – 160 bpm; FR – 60 irpm; PA – 90 x 60 mmHg. Criança hipoativa com saliva espessa/escassa, pulsos finos, perfusão lentificada, respiração profunda, responsiva apenas à estimulação dolorosa. ACR – sem alterações, abdome: ruídos hidroaéreos presentes, dor difusa à palpação, sem visceromegalias. AGU: vulva hiperemiada, com placas esbranquiçadas, SN – sem sinais de irritação meníngea. Quais os diagnósticos mais prováveis para esse caso?

Alternativas

  1. A) Desidratação leve, coma hiperosmolar. 
  2. B) Desidratação leve, intoxicação exógena.
  3. C) Desidratação grave, cetoacidose diabética.
  4. D) Desidratação grave, apendicite aguda.

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