Manejo do Potássio na Cetoacidose Diabética Pediátrica

MedEvo Simulado — Prova 2026

Enunciado

Um adolescente de 14 anos, pesando 50 kg, é levado à emergência pediátrica com história de poliúria, polidipsia e perda ponderal de 7 kg nas últimas três semanas. Há 24 horas, apresenta vômitos persistentes, dor abdominal difusa e prostração intensa. Ao exame físico, encontra-se sonolento, com hálito cetônico marcante e respiração de Kussmaul. Apresenta sinais de desidratação grave (estimada em 10%), com tempo de enchimento capilar de 4 segundos, frequência cardíaca de 132 bpm e pressão arterial de 98/58 mmHg. Os exames laboratoriais iniciais revelam glicemia de 580 mg/dL, gasometria venosa com pH de 7,05, bicarbonato de 8 mEq/L e pCO2 de 20 mmHg. O sódio sérico é de 133 mEq/L e o potássio sérico é de 3,3 mEq/L. A cetonúria é maciça (4+/4+). Após a administração de um bólus inicial de 20 mL/kg de soro fisiológico 0,9% para expansão volêmica, qual é o próximo passo mais adequado no manejo deste paciente?

Alternativas

  1. A) Prescrever bicarbonato de sódio a 8,4% por via intravenosa para correção do pH sanguíneo extremamente baixo.
  2. B) Administrar bólus de insulina regular por via intravenosa na dose de 0,1 UI/kg para reduzir rapidamente a glicemia.
  3. C) Iniciar a reposição de potássio na solução de hidratação venosa e adiar o início da insulinoterapia contínua.
  4. D) Iniciar imediatamente a infusão contínua de insulina regular na dose de 0,1 UI/kg/hora.

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