Cetoacidose Diabética: Diagnóstico e Manejo na Emergência

HSJ - Hospital São José (PR) — Prova 2019

Enunciado

Considere um paciente diabético tipo 1 que da entrada a emergência com quadro de alteração de nível de consciência, taquipnéia e hipotensão. Glicemia capilar a chegada 700mg/dl, creatinina 1,6 mg/dl, pH 7,0 com bicarbonato 6 mEq/L. Presença de corpos cetônicos em fita urinaria. Sobre o caso escolha a melhor alternativa.

Alternativas

  1. A) Trata-se de estado osmolar não cetótico. O manejo imediato é feito com insulina regular por via subcutânea até glicemia < 200 mg/dl
  2. B) Trata-se de cetoacidose diabética. O manejo imediato é feito com insulina regular por via endovenosa até glicemia < 200 mg/dl
  3. C) Trata-se de cetoacidose diabética. O manejo imediato é feito com repleção volêmica agressiva seguido de insulina regular por via endovenosa até glicemia < 200 mg/dl
  4. D) Trata-se de cetoacidose diabética. O manejo imediato é feito com repleção volêmica agressiva seguido de insulina regular por via endovenosa até controle de cetogênese e da acidose com bicarbonato > 18 mEq/L
  5. E) Trata-se de estado hiperosmolar não cetótico. O manejo imediato é feito com repleção volêmica agressiva seguido de insulina regular por via endovenosa até glicemia < 200 mg/dl

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