Cetoacidose Diabética: Manejo da Hipocalemia e Insulina

Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais — Prova 2025

Enunciado

Paciente de 18 anos de idade, com diagnóstico recente de diabetes mellitus tipo 1, deu entrada na sala de emergência com relato de sintomas de via aérea superior há 4 dias, associada a febre baixa e leve piora do estado geral. No período, devido à inapetência, cessou o uso de insulina. Cerca de 24 horas depois, iniciou com quadro de dor abdominal, náusea e vômitos. A ectoscopia, chamava a atenção taquipneia sem esforço importante. A glicemia capilar feita à beira do leito era de 478 mg/dL. A gasometria mostrava acidose metabólica, de ânion gap elevado. A cetonemia veio positiva. O potássio sérico era de 2,9 mmol/L. Legenda: BIC = bomba de infusão contínua. Com relação ao quadro clínico descrito acima, nesse momento, assinale a alternativa CORRETA em relação à conduta adequada.

Alternativas

  1. A) Iniciar reposição volêmica com solução cristaloide, o início da insulina endovenosa em BIC deve ser imediato e associado à reposição de 10 a 20 mmol/L/h de potássio.
  2. B) Iniciar reposição volêmica com solução cristaloide, o início da insulina endovenosa em BIC deve ser postergado e deve-se repor de 10 a 20 mmol/L/h de potássio.
  3. C) Iniciar reposição volêmica com solução de bicarbonato, o início da insulina endovenosa em BIC deve ser postergado e deve-se repor de 10 a 20 mmol/L/h de potássio.
  4. D) Iniciar reposição volêmica com solução glicosada, o início da insulina endovenosa em BIC deve ser imediato e associado à reposição de 10 a 20 mmol/L/h de potássio.

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