Cetoacidose Diabética: Manejo Inicial e Reposição Eletrolítica

Pontifícia Universidade Católica do Paraná - Campus Curitiba — Prova 2020

Enunciado

Luísa, 22 anos, portadora de diabetes tipo 1, é admitida em unidade de pronto atendimento com quadro de náuseas e vômitos. Relata que tem utilizado a insulina de modo irregular e que há alguns dias apresenta polidipsia e poliuria. Ao exame físico, encontra-se com pressão arterial de 150x90 mmHg, FC: 104bpm, FR: 32rpm, com sinais de desidratação, ausculta cardíaca e pulmonar estão inalteradas. Seus exames laboratoriais revelam: Glicose: 385mg/dL, Sódio 129 mEq/L, Potássio 2,8 mEq/L, Cloro 96 mEq/L. Gasometria: PH 7,1, Bicarbonato: 8 mEq/L; PCO2: 20 mmHg. Considerando o manejo inicial para o caso da paciente Luísa, devemos iniciar a reposição volêmica com 15 a 20 ml/Kg de solução isotônica

Alternativas

  1. A) associada a reposição de bicarbonato e de potássio, sendo indicado início de insulina apenas após o potássio estar maior que 3,3mEq/L.
  2. B) e reposição de potássio associado a infusão de insulina imediatamente, devendo reavaliar o potássio em 1 hora.
  3. C) e reposição de potássio associado a infusão de insulina imediatamente.
  4. D) e reposição de potássio, de bicarbonato e infusão de insulina imediatamente.
  5. E) e reposição de potássio, sendo indicado início de insulina apenas após o potássio estar maior que 3,3mEq/L.

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