Cetoacidose Diabética: Manejo da Hipocalemia na Emergência

HPEV - Hospital Professor Edmundo Vasconcelos (SP) — Prova 2019

Enunciado

Mulher, 36 anos de idade, no pronto-socorro, com queixa de mal-estar intenso, dores abdominais, náuseas e vômitos. É portadora de diabetes melitus insulinodependente. Ao exame, encontra-se taquipneica, desidratada, pressão arterial: 110 x 68 mmHg, frequência cardíaca: 108 batimentos/minuto, abdome flácido, levemente doloroso difusamente. Os exames iniciais revelam: cetonúria positiva, glicemia capilar = 380 mg/dL, gasometria venosa com pH = 7,02 e bicarbonato: 12 mEq/L, creatinina = 0,5 mg/dL, Ureia: 55 mg/dL, Sódio: 131 mEq/L, potássio: 2,8 mEq/L. Para segurança da paciente, a conduta imediata, além de expansão com soro fisiológico, deve incluir:

Alternativas

  1. A) Insulina NPH subcutânea 0,1 U/K g e bicarbonato de sódio endovenoso.
  2. B) Insulina regular subcutânea 0,1 U/K g, potássio e bicarbonato de sódio endovenoso.
  3. C) Insulina endovenosa 0,1 U/Kg e reposição de potássio endovenoso.
  4. D) Insulina regular subcutânea e bicarbonato de sódio endovenoso.
  5. E) Reposição de potássio por via endovenosa.

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