Cetoacidose Diabética: Diagnóstico e Manejo Essencial

Universidade de Taubaté - UNITAU — Prova 2023

Enunciado

Paciente do sexo feminino, 55 anos, deu entrada no serviço de emergência com quadro de dor abdominal, poliúria e náusea. Antecedentes patológicos: diabetes mellitus tipo 1, desde 11 anos de idade. Medicações em uso: insulina degludeca 30 unidades ao dia, e insulina asparte, conforme contagem de carboidratos. Exame físico: desidratada, acianótica, taquipneica, corada. PA: 100x60mmHg, FC: 120bpm, demais aparelhos nada digno de nota. Sobre o quadro acima, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas

  1. A) A hipótese diagnóstica mais provável é cetoacidose diabética, embora pela idade o principal diagnóstico diferencial é estado hiperglicêmico hiperosmolar e solicitar urina 1 para auxiliar no diagnóstico diferencial.
  2. B) A hipótese diagnóstica mais provável é o estado hiperglicêmico hiperosmolar e deve-se iniciar o tratamento com ajuste das insulinas que a paciente já utilizava em casa.
  3. C) Em emergências hiperglicêmicas, as insulinas que devem ser usadas são os análogos de longa duração, para evitar hipoglicemias.
  4. D) Confirmada que a Cetoacidose diabética é a principal hipótese diagnóstica, assim, deve-se instituir hidratação e insulinoterapia conforme resultado do potássio.
  5. E) Os análogos de insulina de ação curta devem ser utilizados imediatamente, tanto no diagnóstico de cetoacidose diabética como no estado hiperglicêmico hiperosmolar, independente da hidratação e do potássio.

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