Cetoacidose Diabética: Acidose Hiperclorêmica Pós-Tratamento

IOG - Instituto de Olhos de Goiânia — Prova 2022

Enunciado

Paciente de 3 anos, 17 kg, masculino, sabidamente diabético há 6 meses, foi admitido no pronto-socorro com quadro de desidratação, dor abdominal, hálito cetônico e os seguintes exames: Glicose = 620 mg/dl; Na = 131 mEq/l; K = 4,2 mEq/ l. Recebeu 1.500 ml de soro fisiológico (SF 0,9%) e insulina regular contínua por 6 horas. Os exames após esse período são: pH = 7,1; pCO₂ = 20; Bic = 12; Na = 138; C? = 117; K= 3,5; glicose = 180. A provável etiologia da acidose ao final das 6 horas do tratamento inicial é:

Alternativas

  1. A) Acidose por acúmulo de ácidos não mensurá veis, pois ânion gap é normal.
  2. B) Acidose hiperclorêmica, pois ânion gap é aumentado.
  3. C) Acidose hiperclorêmica, pois ânion gap é normal.
  4. D) Acidose por acúmulo de ácidos não mensuráveis pois ânion gap é aumentado.
  5. E) Acidose mista: hiperclorêmica + cetoacidose.

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