Vitalidade Fetal e Centralização: Conduta na Pré-eclâmpsia

USP/Ribeirão Preto - Exame Revalida — Prova 2019

Enunciado

Primigesta, 20 anos, portadora de pré-eclâmpsia, em uso de alfametildopa e nifedipina. Comparece para consulta de pré-natal, com 35 semanas. Queixa-se apenas de contrações esporádicas indolores. Refere boa movimentação fetal. Traz curva pressórica mostrando PAS entre 150 e 130 e PAD entre 100 e 80 mmHg. Exame físico hoje: BEG, pressão arterial 150x100 mmHg, restante do exame físico geral normal, altura uterina 31 cm, sem contrações, frequência cardíaca fetal 130 bpm. Os exames laboratoriais de comprometimento sistêmico materno coletados há 2 dias estão normais. Cardiotocografia nessa consulta: feto hipoativo, reativo. A ultrassonografia obstétrica realizada hoje mostra feto único, cefálico, anatomia normal, peso estimado de 1940 gramas (valores normais para 35 semanas: 2167--2904), placenta grau II, maior bolsão de líquido amniótico de 1,4 cm, perfil biofísico fetal de 6/8, índice de resistência da artéria umbilical de 0,72 (valores normais: 0,46 – 0,72), centralização hemodinâmica fetal, índice de pulsatilidade do ducto venoso de 0,8. Qual alternativa possui a melhor conduta para o caso? Discorra sobre os dados de avaliação da vitalidade fetal.

Alternativas

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