Santa Casa de São Carlos (SP) — Prova 2021
No fenômeno da centralização fetal, ocorre diminuição do fluxo sanguíneo para
Centralização fetal → ↑ fluxo para cérebro, coração, adrenais; ↓ fluxo para TGI, rins, pele, pulmões.
A centralização fetal é um mecanismo compensatório à hipóxia crônica, priorizando o fluxo sanguíneo para órgãos vitais como cérebro, coração e adrenais, em detrimento de órgãos menos essenciais como o trato gastrintestinal, rins e pele, para garantir a sobrevivência fetal.
A centralização fetal é um mecanismo fisiológico de adaptação do feto à hipóxia crônica, caracterizado pela redistribuição do fluxo sanguíneo. É um indicador importante de sofrimento fetal e sua compreensão é crucial na prática obstétrica e neonatal. Fisiopatologicamente, em resposta à diminuição da oxigenação, ocorre vasoconstrição em leitos vasculares menos essenciais (como pele, rins, pulmões e trato gastrintestinal) e vasodilatação em órgãos vitais (cérebro, coração e adrenais). Isso visa preservar a função cerebral e cardíaca. O diagnóstico é feito principalmente por meio da dopplerfluxometria da artéria umbilical e da artéria cerebral média. A identificação precoce da centralização permite intervenções para otimizar o ambiente intrauterino ou planejar o parto, melhorando o prognóstico fetal.
Na centralização fetal, o fluxo sanguíneo é priorizado para o cérebro, coração e glândulas adrenais, considerados órgãos vitais para a sobrevivência fetal.
Órgãos como o trato gastrintestinal, rins, pulmões e pele têm seu fluxo sanguíneo diminuído para desviar o sangue para os órgãos vitais.
A centralização fetal é um sinal de sofrimento fetal crônico e hipóxia, indicando a necessidade de monitoramento e, possivelmente, intervenção obstétrica.
Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.
Responder questão no MedEvo