CBO Teórica 1 - Prova de Bases da Oftalmologia — Prova 2011
As células ganglionares monossinápticas:
Células ganglionares monossinápticas → alta resolução → concentradas na fóvea.
Na região central da retina (fóvea), a relação 1:1 entre fotorreceptores, células bipolares e ganglionares garante a máxima acuidade visual.
A organização sináptica da retina é altamente especializada para equilibrar sensibilidade e resolução. Na periferia retiniana, ocorre uma alta convergência de fotorreceptores (principalmente bastonetes) para uma única célula ganglionar, o que favorece a detecção de estímulos luminosos fracos e movimento. Em contraste, na retina central e especialmente na fóvea, predomina a via 'midget' ou monossináptica. Nela, a relação de 1:1:1 entre cone, célula bipolar anã e célula ganglionar anã preserva a integridade da informação espacial. Essa arquitetura neural é o que permite ao ser humano ter uma acuidade visual discriminativa superior, essencial para atividades como leitura e reconhecimento de faces.
É uma célula (geralmente do tipo midget) que recebe input de apenas uma célula bipolar, que por sua vez recebe sinal de apenas um cone, criando uma via de transmissão direta sem convergência.
Elas são mais comuns na região central da retina, especificamente na fóvea, onde a densidade de cones é máxima e a necessidade de resolução espacial exige mínima convergência sináptica.
As células polissinápticas recebem sinais de múltiplos fotorreceptores (convergência), o que aumenta a sensibilidade à luz (visão periférica/noturna), mas reduz drasticamente a nitidez e a resolução da imagem.
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