HAC - Hospital Angelina Caron (PR) — Prova 2025
A cefaléia é o sintoma neurológico mais frequente e a manifestação de dor mais comum na faixa pediátrica. A esse respeito avalie as assertivas abaixo, associe as colunas e escolha a alternativa que contém a sequência correta: I. Cefaléias crônicas diárias II. Cefaléia em salvas III. Cefaléias secundárias IV. Cefaléias primárias V. Cefaléias dos exercícios ( ) Na avaliação neurológica destes casos deve-se atentar aos seguintes sinais de alerta: síndromes neurocutâneas, despertar noturno, alteração ao exame neurológico, entre outros. ( ) Estas cefaléias desenvolvem padrões de apresentações agudo recorrente e o crônico não progressivo. ( ) Este tipo de cefaléia pode ser primária ou secundária, exige investigação por neuroimagem. ( ) Estas cefaléias geralmente trata-se de migrâneas ou de cefaléias do tipo tensão, inadequadamente tratadas. ( ) Cefaléia pouco comum na infância e na adolescência, predomina no sexo masculino, pode estar associada a tabagismo ou traumatismo craniano.
Cefaleia pediátrica: Sinais de alerta (despertar noturno, alteração neurológica) → investigar causas secundárias.
A avaliação de cefaleias em crianças exige atenção aos sinais de alerta ("red flags") para descartar causas secundárias graves. Cefaleias crônicas diárias frequentemente são migrâneas ou tensionais mal tratadas, enquanto cefaleias dos exercícios podem ser primárias ou secundárias, exigindo investigação por neuroimagem.
A cefaleia é um sintoma neurológico comum na faixa pediátrica, sendo crucial para o residente e pediatra diferenciar as causas primárias das secundárias. As cefaleias primárias, como migrânea e cefaleia do tipo tensão, são as mais frequentes, mas a atenção aos sinais de alerta é fundamental para não negligenciar condições graves. A avaliação de uma criança com cefaleia deve incluir uma história detalhada e um exame neurológico completo. Sinais de alerta (red flags) como despertar noturno pela dor, alteração ao exame neurológico, síndromes neurocutâneas, cefaleia de início súbito e progressivo, ou aquela que piora com tosse ou esforço, indicam a necessidade de investigação aprofundada, incluindo neuroimagem. Cefaleias crônicas diárias frequentemente resultam de migrâneas ou cefaleias tensionais inadequadamente tratadas, enquanto a cefaleia em salvas é rara na infância e adolescência, predominando no sexo masculino. O manejo depende da etiologia. Para cefaleias primárias, o tratamento é sintomático e profilático, com foco em educação e mudanças de estilo de vida. Em casos de cefaleias secundárias, o tratamento é direcionado à causa subjacente. A cefaleia dos exercícios, que pode ser primária ou secundária, sempre exige investigação por neuroimagem para descartar lesões estruturais.
Sinais de alerta incluem despertar noturno pela dor, alteração ao exame neurológico, síndromes neurocutâneas, início súbito e progressivo, e cefaleia que piora com tosse ou esforço.
A neuroimagem é indicada na presença de sinais de alerta, cefaleias secundárias suspeitas, cefaleias dos exercícios (que podem ser primárias ou secundárias) ou quando há alteração no exame neurológico.
Cefaleias primárias não são causadas por outra condição (ex: migrânea, tensional). Cefaleias secundárias são sintomas de uma doença subjacente (ex: tumor, infecção), exigindo investigação.
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