UFG/HC - Hospital das Clínicas da UFG - Goiânia (GO) — Prova 2016
Paciente do sexo masculino, de 31 anos, procura o ambulatório queixando-se de cefaleia de moderada intensidade, frontotemporal bilateral, que não o atrapalha nas suas atividades habituais, nem piora com esforços. A dor vem ocorrendo quase diariamente, no final da tarde, há quatro meses, e só melhora quando ele chega em casa, toma um banho e descansa. Não tem usado analgésicos há cerca de dois meses, pois achou que eles estavam piorando as crises. Relata que já teve dor semelhante há muitos anos, mas era muito rara. Diz que tem a sensação de que sua cabeça está sendo “espremida”. Conta que o barulho tem incomodado bastante durante o período de dor. Nega alterações gastrointestinais ou neurológicas associadas. Seus exames geral e neurológico foram normais e não havia dor à palpação craniana. Com base nos dados relatados e nos critérios internacionais de classificação das cefaleias, o diagnóstico de cefaleia tipo tensão e o tratamento medicamentoso são, respectivamente:
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