Cefaleia Súbita e Atípica: Quando Investigar Causas Secundárias

UFPA/HUJBB - Hospital Universitário João de Barros Barreto - Belém (PA) — Prova 2019

Enunciado

Mulher de 55 anos apresenta diagnóstico de enxaqueca, caracterizada por cefaleia pulsátil em região temporal acompanhada de fotofobia e náuseas. Atualmente faz uso apenas de sintomático (paracetamol) nas crises, as quais têm sido esporádicas (cerca de 1 vez a cada 2 meses) e de leve intensidade (geralmente 3 em uma escala de 0-10). Anteriormente, chegou a fazer tratamento profilático com propranolol, apresentando bons resultados. Hoje procurou pronto-socorro devido a cefaleia holocraniana de forte intensidade (10 em uma escala de 0-10), tipo pontada, além de vômitos, o que não melhorou com paracetamol. Nesse caso, a conduta adequada é:

Alternativas

  1. A) Administrar tramadol.
  2. B) Reiniciar propranolol.
  3. C) Administrar dexametasona.
  4. D) Solicitar tomografia computadorizada de crânio.
  5. E) Solicitar punção lombar.

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