Cefaleia em Idosos: Sinais de Alarme e Investigação

Universidade Federal de São Paulo - Escola Paulista de Medicina — Prova 2020

Enunciado

Mulher, 67 anos de idade, em consulta de rotina na Unidade Básica de Saúde, refere cefaleia há 02 meses, progressiva, atualmente de moderada intensidade, holocraniana, sem foto ou fonofobia. Refere crises esporádicas de cefaleia no passado e tratamento para hipertensão arterial. Encontra-se em acompanhamento em serviço terciário por nódulo pulmonar. Apresenta exame neurológico normal. Com base nessa história, qual é a conduta?

Alternativas

  1. A) Solicitar avaliação oftalmológica para afastar presbiopia, comum nessa faixa etária e associada à cefaleia.
  2. B) Solicitar exame de imagem (tomografia ou ressonância de crânio) para afastar causas secundárias de cefaleia.
  3. C) Iniciar tratamento profilático para cefaleia primária tensional, tendo em vista ausência de critérios para caracterizar como migrânea.
  4. D) Solicitar exame de imagem (ultrassom Doppler de vasos cervicais) para afastar obstrução das artérias carótidas como etiologia da cefaleia.
  5. E) Encaminhar para serviço terciário devido a possibilidade de Síndrome do desfiladeiro torácico, caracterizada pela cefaleia e nódulo pulmonar.

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