Cefaleia com Sinais de Alerta: Quando Encaminhar à Emergência

Pontifícia Universidade Católica do Paraná - Campus Curitiba — Prova 2019

Enunciado

Juraci, 58 anos, sem história de doença ou uso contínuo de medicamentos, procura a unidade básica pela manhã e, durante a consuta, tem o seguinte diálogo com seu médico de família e comunidade (MFC). Juraci: “Doutor, que bom que você me atendeu hoje. Estou com uma dor de cabeça horrível e não queria parar na emergência de novo”; MFC: “Fale mais sobre o que está acontecendo...”; Juraci: “A dor de cabeça começou há mais ou menos 1 mês. Não incomodava muito, mas foi piorando e agora está muito forte, a pior dor que já tive. Nenhum medicamento que tomei resolveu”; MFC: “Algo alivia ou piora?”; Juraci: “Ah sim, é pior quando acordo, chego a ter até́ ânsia, e quando faço forca pra vomitar ou para tossir piora muito.”; Tendo o caso como base, assinale a alternativa CORRETA:

Alternativas

  1. A) Juraci deve ser referenciado ao serviço de emergência para investigação complementar imediata.
  2. B) O diagnóstico provável é de enxaqueca com aura. Está recomendado o tratamento com sumatriptano, devido a severidade da crise.
  3. C) O caso indica uma cefaléia tensional. Assim, o médico deve investigar fatores de estresse e intervir nos fatores biopsicossociais envolvidos no processo.
  4. D) O caso é de uma cefaléia primária sem sinal de alerta, portanto, é possível a “demora permitida” na avaliação de Juraci.
  5. E) O diagnóstico provável é de cefaléia em salvas. Juraci deve ser tratado com oxigênio e referenciado ao neurologista para investigação.

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