Cefaleia de Alerta: Quando Investigar Causas Secundárias Graves
HIAE/Einstein - Hospital Israelita Albert Einstein (SP) — Prova 2019
Enunciado
Mulher, 44 anos, procura atendimento em pronto-socorro com queixa de cefaleia holocraniana, em aperto, de intensidade progressiva, há 3 dias. No momento, considera a dor de forte intensidade 8/10. Despertou na última noite pela dor. Hoje pela manhã, ao fazer atividade física, teve novamente piora da dor, que a motivou a procurar o pronto socorro. Nega comorbidades. Exame neurológico normal. Nesse caso, o diagnóstico e a melhor conduta são, respectivamente:
Alternativas
A) Cefaleia em salvas − oxigênio em altas doses. Se refratária: bloqueador de canal de cálcio.
B) Cefaleia tensional − analgésico simples e anti-inflamatório. Se refratária: ciclobenzaprina.
C) Cefaleia sem etiologia clara − analgésico simples e exame de imagem craniana.
D) Enxaqueca − analgésico simples e anti-inflamatório. Se refratária: triptanos e/ou dexametasona.
E) Cefaleia tensional − analgésico simples e anti-inflamatório. Se refratária: tramadol ou morfina.
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