Universidade de Gurupi - Campus Gurupi — Prova 2025
Mulher de 49 anos procura atendimento médico com queixa de cefaleia frequente, com episódios ocorrendo em praticamente todos dias por mês. A dor é descrita como latejante, de intensidade moderada, geralmente hemicraniana, acompanhada por náuseas, fotofobia e fonofobia. Ocasionalmente há aura antes do início da dor. Relata que a cefaleia iniciou há cerca de por volta dos 20 anos de idade, com episódios bem menos frequentes naquela época, mas que nos últimos 5 anos a frequência aumentou significativamente. Para alívio da dor, utiliza analgésicos comuns, como dipirona e paracetamol, praticamente todos os dias, chegando a tomar doses elevadas e múltiplas vezes ao dia quando a dor se intensifica. Nega outras comorbidades relevantes, exceto sobrepeso (IMC = 27kg/m²). Diz ter uma alimentação regrada, e informa ter o hábito de consumir duas xícaras de café por dia, pela manhã. Traz exames complementares recentes normais, inclusive tomografia computadorizada e ressonância nuclear magnética de crânio. Considerando o quadro clínico apresentado, qual fator, dentre as alternativas a seguir, tende a estar contribuindo com mais impacto para a cronificação da migrânea da paciente?
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