Santa Casa de Araçatuba (SP) — Prova 2021
Mulher de 37 anos, com cefaleia há 7 anos, inicialmente caracterizada por ser hemicraniana, pulsátil, de forte intensidade, com náusea, vômito, fonofobia e fotofobia, com periodicidade mensal e duração de 24 a 48 horas. Há um ano, as crises aumentaram de frequência e duração, com uso diário de analgésicos contendo dipirona e cafeína, assim como Tramadol com Paracetamol. Atualmente a cefaleia tem característica de ser bilateral e em aperto, de moderada intensidade. Exame físico geral e neurológico sem alterações. A principal hipótese diagnóstica para a cefaleia atual da paciente é
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