INEP Revalida - Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos — Prova 2023
A redução da mortalidade infantil é ainda um desafio para os serviços de saúde e para a sociedade como um todo. Ela faz parte das metas do desenvolvimento do milênio, as quais representam um compromisso assumido pelos países integrantes da Organização das Nações Unidas (ONU), do qual o Brasil é signatário. A respeito dos indicadores da mortalidade infantil no Brasil, as causas dos óbitos são classificadas em: evitáveis, não evitáveis, mal definidas e não classificadas. Acerca desse assunto, assinale a opção que apresenta apenas causas consideradas evitáveis.
Causas evitáveis de mortalidade infantil incluem sífilis congênita, desnutrição e asfixia ao nascer, refletindo falhas na atenção à saúde.
As causas evitáveis de mortalidade infantil são aquelas que poderiam ser prevenidas por ações eficazes de saúde pública e assistência médica, como pré-natal adequado (sífilis congênita), nutrição (desnutrição) e assistência ao parto (asfixia ao nascer). A redução dessas causas é crucial para atingir as metas de desenvolvimento.
A mortalidade infantil é um indicador crucial da saúde e do desenvolvimento social de um país, refletindo a qualidade dos serviços de saúde e as condições de vida da população. A redução da mortalidade infantil é uma das metas de desenvolvimento do milênio da ONU, e o Brasil, como signatário, tem buscado avanços nessa área. As causas de óbitos infantis são classificadas em evitáveis, não evitáveis, mal definidas e não classificadas. As causas evitáveis são aquelas que poderiam ser prevenidas ou tratadas com intervenções eficazes de saúde, como acesso a pré-natal de qualidade, imunização, saneamento básico, nutrição adequada e assistência ao parto e ao recém-nascido. Exemplos incluem sífilis congênita (prevenível com pré-natal e tratamento adequado da gestante), desnutrição (prevenível com acesso a alimentos e educação nutricional) e asfixia ao nascer (prevenível com assistência qualificada ao parto). A identificação e o monitoramento das causas evitáveis são fundamentais para direcionar políticas públicas e ações de saúde, especialmente na atenção primária. Investimentos em programas de saúde materno-infantil, como o Programa de Saúde da Família, e a melhoria da qualidade da assistência ao parto e neonatal são estratégias essenciais para continuar reduzindo a mortalidade infantil no Brasil.
As principais causas evitáveis de mortalidade infantil incluem condições relacionadas à gestação e ao parto (como asfixia ao nascer, prematuridade), doenças infecciosas (como sífilis congênita, diarreia, pneumonia) e desnutrição, que poderiam ser prevenidas ou tratadas com intervenções de saúde adequadas.
A sífilis congênita contribui para a mortalidade infantil por causar aborto espontâneo, natimorto, prematuridade e diversas manifestações graves no recém-nascido, como hidropsia fetal, anemia, hepatoesplenomegalia e lesões ósseas, que podem ser fatais se não tratadas.
A atenção primária à saúde desempenha um papel crucial na redução da mortalidade infantil através do acompanhamento pré-natal de qualidade, imunização infantil, promoção do aleitamento materno, vigilância nutricional, saneamento básico e acesso a tratamento precoce de doenças comuns na infância.
Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.
Responder questão no MedEvo