Fibrilação Atrial Instável: Manejo e Cardioversão Elétrica

Santa Casa de Maceió (AL) — Prova 2017

Enunciado

Paciente feminina, 70 anos de idade, deu entrada desacordada no hospital trazida por corpo de bombeiros, tendo ocorrido perda de consciência após episódio de intensa dispneia, nesta tarde. Histórico de ser cardiopata com tratamento irregular. Exame físico demonstra estertores pulmonares, ritmo cardíaco irregular e taquicardíaco. Monitor cardíaco com frequência acima de 140 bpm, QRS fino, mas com distâncias variáveis. Podemos assim propor que o tratamento INDICADO deve considerar que:

Alternativas

  1. A) na cardioversão elétrica, pode-se realizar o choque sequencial com um nível decrescente de energia se o primeiro choque não reverteu à arritmia, lembrando sempre de sincronizar o cardioversor antes de cada procedimento.
  2. B) se o ritmo for fibrilação atrial, considera-se o uso de energia inicial de 200 J.
  3. C) a corrente é sempre sincronizada com os complexos QRS do eletrocardiograma para que não seja administrada durante o período vulnerável da onda P.
  4. D) está indicado desfibrilação.

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