CMC - Fundação Centro Médico de Campinas (SP) — Prova 2021
A Cardiotoxicidade CT tipo I. mais comumente se apresenta no primeiro ano do término da quimioterapia, ou ainda até duas a três décadas após completar o tratamento, como disfunção sistólica progressiva. Sendo adequado que:
Cardiotoxicidade tipo I (antraciclinas) → disfunção sistólica progressiva, mas pode ter apresentação aguda rara pós-dose.
A cardiotoxicidade tipo I, frequentemente associada a antraciclinas, é caracterizada por disfunção sistólica progressiva e irreversível, que pode se manifestar meses ou anos após o tratamento. No entanto, é importante reconhecer que, embora raro, pode haver uma apresentação aguda de disfunção sistólica imediatamente após a administração da dose, exigindo vigilância clínica.
A cardiotoxicidade é uma complicação significativa do tratamento oncológico, impactando a morbidade e mortalidade dos pacientes. A cardiotoxicidade tipo I, frequentemente associada a agentes como as antraciclinas, é caracterizada por dano miocárdico irreversível e dose-dependente, que culmina em disfunção sistólica ventricular esquerda. Sua importância clínica reside no fato de que pode levar à insuficiência cardíaca, comprometendo a qualidade de vida e a sobrevida dos pacientes oncológicos. A apresentação clínica da cardiotoxicidade tipo I é predominantemente tardia, manifestando-se como disfunção sistólica progressiva que pode surgir meses a décadas após a conclusão da quimioterapia. Contudo, é crucial que os profissionais de saúde estejam cientes de que, embora incomum, a disfunção sistólica aguda pode ocorrer imediatamente após a administração da dose de quimioterapia. Essa apresentação aguda exige reconhecimento rápido e manejo apropriado para mitigar o dano cardíaco. O manejo da cardiotoxicidade envolve a estratificação de risco pré-tratamento, monitoramento cardíaco regular (principalmente com ecocardiograma para avaliação da fração de ejeção), e a implementação de estratégias cardioprotetoras, como o uso de dexrazoxano em pacientes de alto risco ou o ajuste de doses. O tratamento da disfunção cardíaca estabelecida segue as diretrizes para insuficiência cardíaca, com inibidores da ECA, betabloqueadores e diuréticos. A vigilância contínua é essencial para otimizar os resultados oncológicos e cardiológicos.
A cardiotoxicidade tipo I é caracterizada por dano miocárdico irreversível, dose-dependente, que resulta em disfunção sistólica. É classicamente associada a antraciclinas, como doxorrubicina e epirrubicina, e pode levar à insuficiência cardíaca.
A manifestação mais comum é a disfunção sistólica progressiva, que pode ocorrer meses a anos após o término da quimioterapia. No entanto, raramente, pode haver uma apresentação aguda de disfunção sistólica imediatamente após a administração da dose.
O monitoramento cardíaco, geralmente por ecocardiograma, é fundamental em pacientes recebendo quimioterapia com potencial cardiotóxico. Ele permite a detecção precoce de disfunção ventricular, possibilitando ajustes na terapia ou início de cardioprotetores para prevenir ou minimizar o dano cardíaco.
Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.
Responder questão no MedEvo