Cardiotocografia: Manejo de Desacelerações Fetais no Parto

USP/HCRP - Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (SP) — Prova 2018

Enunciado

Primigesta, 25 anos, 40 semanas, é admitida à maternidade no início da fase ativa do trabalho de parto espontâneo. A vitalidade fetal na admissão estava normal. Durante o trabalho de parto foram auscultadas desacelerações da frequência cardíaca fetal, sendo indicada cardiotocografia contínua (Figura 1). Na sequência foram prescritos para a parturiente: decúbito lateral esquerdo, expansão volumétrica rápida, oxigênio em máscara e estímulo acústico fetal. A cardiotocografia realizada 10 minutos após essas condutas corresponde à Figura 2. Nesse momento, a atividade uterina é de 3 contrações moderadas de 40 segundos em 10 minutos, colo fino, centrado, dilatado 8 cm, feto cefálico, OEP, em -1, bolsa íntegra. Qual é a melhor conduta na condução deste trabalho de parto?

Alternativas

  1. A) Prescrever ocitocina endovenosa
  2. B) Aguardar resolução espontânea
  3. C) Realizar corioamniorrexe artificial 
  4. D) Indicar parto cesárea de urgência

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