CTG Categoria III: Manejo do Sofrimento Fetal Agudo no Parto

USP/HCRP - Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (SP) — Prova 2025

Enunciado

Primigesta, 30 anos, com 39 semanas, foi admitida para indução do trabalho de parto, por hipertensão controlada, assintomática. Exame físico geral normal. Altura uterina de 36cm, atividade uterina ausente, feto com boa vitalidade. A indução foi iniciada com misoprostol e, no segundo dia, com progressão do índice de Bishop de 2 para 6, foi continuada com infusão de ocitocina. Após 4 horas, se obteve a cardiotocografia exibida abaixo (Figura 1). Foram prescritos para a mãe decúbito lateral esquerdo, oxigenação em máscara, infusão rápida de soro fisiológico e interrupção da ocitocina. A cardiotocografia obtida após 30 minutos está demonstrada na Figura 2. O exame cervical nesse momento mostrava colo centrado, curto, 7 cm, feto ODT, 1, bolsa rota. Qual é a melhor conduta nesse momento?

Alternativas

  1. A) Tocólise aguda com terbutalina subcutânea.
  2. B) Conduta expectante com monitorização fetal contínua.
  3. C) Retorno da infusão endovenosa de ocitocina.
  4. D) Resolução da gestação por parto cesárea.

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