UEPA Revalida - Universidade do Estado do Pará — Prova 2023
Paciente 28 anos de idade, no decorrer de 40 semanas de gestação, chega a maternidade com queixa de contrações uterinas fortes e perda de líquido há 30 minutos. O pré-natal foi sem intercorrências. Ao exame obstétrico foi observada dilatação cervical de 5 cm. Considerando o quadro clínico e a cardiotocografia da paciente em anexo, é correto afirmar que:
CTG Categoria 1 = FCF 110-160, variabilidade moderada, sem desacelerações tardias/variáveis. Indica bem-estar fetal.
Uma cardiotocografia Categoria 1 é um traçado normal e tranquilizador, indicando um estado ácido-base fetal normal e ausência de sofrimento fetal. É caracterizada por frequência cardíaca fetal basal entre 110-160 bpm, variabilidade moderada e ausência de desacelerações significativas. Em uma gestante de risco habitual em trabalho de parto, este achado permite a continuidade do acompanhamento do parto vaginal.
A cardiotocografia (CTG) é uma ferramenta essencial no monitoramento da vitalidade fetal durante o pré-natal e, principalmente, no trabalho de parto. Sua correta interpretação é crucial para identificar precocemente sinais de sofrimento fetal e guiar as condutas obstétricas, sendo um conhecimento mandatório para residentes e estudantes de medicina. O sistema de classificação em categorias (1, 2 e 3) padroniza a avaliação e o manejo. A CTG Categoria 1 representa um traçado normal e tranquilizador, indicando um feto bem oxigenado e com baixo risco de acidose. Seus critérios incluem: frequência cardíaca fetal (FCF) basal entre 110 e 160 batimentos por minuto (bpm), variabilidade moderada (amplitude de 6 a 25 bpm), ausência de desacelerações tardias ou variáveis, e presença ou ausência de desacelerações precoces e acelerações. Este padrão reflete um sistema nervoso autônomo fetal íntegro e responsivo. Em uma gestante de risco habitual em trabalho de parto, uma CTG Categoria 1 permite a continuidade do manejo expectante do parto vaginal, sem a necessidade de intervenções imediatas para a vitalidade fetal. É importante que o profissional de saúde esteja familiarizado com esses critérios para evitar interpretações equivocadas que possam levar a intervenções desnecessárias ou, inversamente, a atrasos no reconhecimento de um feto em risco. O monitoramento contínuo do trabalho de parto, mesmo com uma CTG Categoria 1, é fundamental para detectar qualquer alteração subsequente.
Uma CTG Categoria 1 apresenta frequência cardíaca fetal basal entre 110 e 160 bpm, variabilidade moderada (6-25 bpm), ausência de desacelerações tardias ou variáveis, presença ou ausência de desacelerações precoces e presença ou ausência de acelerações.
A CTG Categoria 1 indica um estado ácido-base fetal normal e bem-oxigenado, com baixo risco de acidose fetal. É um traçado tranquilizador que sugere ausência de sofrimento fetal e permite a continuidade do manejo expectante do trabalho de parto.
Em gestantes de risco habitual, uma CTG Categoria 1 não requer reavaliação imediata, mas o monitoramento contínuo ou intermitente da FCF deve seguir os protocolos do trabalho de parto. A reavaliação é indicada se houver mudança no quadro clínico materno ou fetal, ou se o padrão da CTG se alterar.
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