Cardiotocografia Categoria I: Interpretação e Conduta no Parto

USP/HCRP - Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (SP) — Prova 2015

Enunciado

Secundigesta, G2P1A0 (1 parto normal), 27 anos, branca, com trinta e nove semanas e cinco dias, interna para assistência ao parto, com queixa de contrações e perda de tampão mucoso há 10 horas. Nega perda líquida via vaginal. Relata redução da movimentação fetal. Antecedentes pessoais: nega doenças ou vícios e relata seguimento pré-natal sem intercorrências em unidade básica de saúde. Ao exame observam-se sinais vitais maternos normais; altura uterina de 35 cm; atividade uterina de 3 contrações moderadas de 40 segundos em 10 minutos e batimentos cardíacos fetais de 140 bpm; com desacelerações. Toque: colo fino; centrado; dilatado 7 cm; feto em OET, -1. A cardiotocografia está representada na figura abaixo. Na análise da vitalidade fetal, escolha a alternativa que possui o provável diagnóstico e a melhor assistência a ser dada para essa parturiente:

Alternativas

  1. A) Cardiotocografia categoria I. Como a vitalidade fetal está preservada deve-se manter assistência obstétrica habitual.
  2. B) A cardiotocografia demonstra sofrimento fetal agudo. Está indicada resolução imediata da gestação por parto cesárea.
  3. C) Trata-se de um feto hiporreativo. A avaliação da vitalidade fetal deve ser complementada com ultrassonografia obstétrica.
  4. D) Cardiotocografia categoria III. É prudente a reavaliação do feto após oxigenação, hidratação e mudança de decúbito da mãe.

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