Cardiopatias Congênitas Acianóticas: Shunts E-D e Sobrecarga de Volume

FUBOG - Fundação Banco de Olhos de Goiás — Prova 2022

Enunciado

A incidência da cardiopatia congênita na população geral é de 1 a 2:1.000 nascidos vivos. Durante as primeiras horas após o nascimento, o recém-nascido deve permanecer em observação quanto a qualquer sinal ou sintoma que possa gerar suspeita, embora, com a utilização rotineira da ultrassonografia obstétrica, especialmente a morfológica, cada vez menos cardiopatas têm nascido sem um diagnóstico durante a vida intrauterina. Quanto às cardiopatias congênitas acianóticas, é CORRETO afirmar:

Alternativas

  1. A) A segunda maior classe de lesões acianóticas são as que produzem carga excessiva de volume. Entre elas, as mais frequentes são lesões com shunt esquerdo-direito: CIV, CIA e PCA. 
  2. B) As lesões acianóticas mais comuns correspondem às que provocam aumento da carga pressórica, secundárias à obstrução do fluxo de saída ventricular – estenose pulmonar, estenose aórtica – ou ao estreitamento de grandes vasos – Coarctação da Aorta (CoAo). 
  3. C) No caso de lesões com sobrecarga de volume – CIV, CIA e PCA –, a fisiopatologia comum é a comunicação entre as circulações sistêmica e pulmonar, resultando num shunt de sangue rico em oxigênio de volta para os pulmões. 
  4. D) Na Síndrome de Eisenmenger, a resistência vascular pulmonar após o nascimento permanece baixa ou diminuída depois de ter aumentado durante a lactância. 

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