SUS-RR - Sistema Único de Saúde de Roraima — Prova 2021
É exemplo de cardiopatia congênita acianótica:
Cardiopatias acianóticas = shunts E-D ou lesões obstrutivas sem cianose; Coartação da aorta é obstrutiva.
Cardiopatias congênitas são classificadas em cianóticas e acianóticas. As acianóticas geralmente envolvem shunts da esquerda para a direita (como CIA, CIV, PCA) ou lesões obstrutivas (como coartação da aorta, estenose aórtica ou pulmonar) que não causam cianose central.
As cardiopatias congênitas representam um importante grupo de doenças pediátricas, sendo a principal causa de mortalidade infantil por malformações. A classificação em cianóticas e acianóticas é fundamental para o entendimento da fisiopatologia e abordagem clínica. As cardiopatias acianóticas, como a coartação da aorta, são caracterizadas pela ausência de cianose central, geralmente devido a shunts da esquerda para a direita ou lesões obstrutivas que não comprometem significativamente a oxigenação sistêmica. A coartação da aorta é uma lesão obstrutiva que se manifesta como um estreitamento da aorta, geralmente após a origem da artéria subclávia esquerda. Clinicamente, pode causar hipertensão nos membros superiores e diminuição ou ausência de pulsos femorais, além de sopro. O diagnóstico precoce é crucial para evitar complicações como insuficiência cardíaca, acidente vascular cerebral e disfunção renal. O manejo das cardiopatias congênitas acianóticas varia conforme a lesão. Para a coartação da aorta, o tratamento pode envolver intervenção cirúrgica ou cateterismo para dilatação com balão ou implante de stent, visando aliviar a obstrução e melhorar o fluxo sanguíneo. O acompanhamento a longo prazo é essencial para monitorar a pressão arterial e detectar possíveis recoartações.
As cardiopatias congênitas acianóticas incluem defeitos com shunt esquerda-direita (CIA, CIV, PCA) e lesões obstrutivas (coartação da aorta, estenose aórtica ou pulmonar), que não causam cianose central.
A coartação da aorta pode se manifestar com hipertensão nos membros superiores, pulsos femorais diminuídos ou ausentes, e sopro sistólico na região interescapular. Em casos graves, pode levar a insuficiência cardíaca no recém-nascido.
Cardiopatias cianóticas resultam em shunt direita-esquerda, misturando sangue venoso com arterial e causando hipoxemia. Cardiopatias acianóticas geralmente envolvem shunt esquerda-direita ou obstruções que não levam à cianose central.
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