ICEPI - Instituto Capixaba de Ensino, Pesquisa e Inovação (ES) — Prova 2022
Assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE: Defeito do _______________ consiste na malformação mais comum em gestantes com doença cardíaca congênita.
Gestantes com doença cardíaca congênita → maior risco de malformação fetal, sendo o defeito do septo atrial o mais comum.
Mulheres com cardiopatia congênita têm um risco aumentado de ter filhos com malformações cardíacas. O defeito do septo atrial (CIA) é a malformação mais frequentemente observada na prole dessas gestantes.
A gestação em mulheres com cardiopatia congênita representa um cenário de alto risco, tanto para a mãe quanto para o feto. A epidemiologia mostra que o risco de malformações cardíacas congênitas na prole dessas gestantes é significativamente maior do que na população geral, variando de 2% a 10% dependendo da cardiopatia materna específica. A importância clínica reside na necessidade de um aconselhamento pré-concepcional adequado e um acompanhamento pré-natal rigoroso para identificar e manejar precocemente quaisquer complicações. A fisiopatologia das cardiopatias congênitas é complexa e multifatorial, envolvendo fatores genéticos e ambientais. Quando a mãe possui uma cardiopatia congênita, há uma predisposição genética aumentada para que o feto também desenvolva uma malformação cardíaca. O defeito do septo atrial (CIA) é consistentemente relatado como a malformação mais comum encontrada na prole de gestantes com doença cardíaca congênita, embora outras lesões também possam ocorrer. O diagnóstico fetal é realizado principalmente através do ecocardiograma fetal, que permite a detecção precoce e o planejamento do parto e tratamento pós-natal. O tratamento e o prognóstico para o feto dependerão da gravidade da malformação. Em muitos casos, o defeito do septo atrial pode ser pequeno e fechar espontaneamente, ou exigir intervenção cirúrgica ou percutânea. Pontos de atenção para residentes incluem a importância da estratificação de risco materna, o aconselhamento genético e a realização de exames de imagem fetais especializados para otimizar os resultados maternos e neonatais.
O risco varia dependendo do tipo específico de cardiopatia materna, mas geralmente é de 2% a 5%, significativamente maior do que o risco na população geral (cerca de 1%).
Embora a razão exata não seja totalmente compreendida, a genética e a herança multifatorial desempenham um papel. O defeito do septo atrial (CIA) é uma das cardiopatias congênitas mais comuns em geral, e sua prevalência é ainda maior na prole de mães afetadas.
É recomendado um acompanhamento pré-natal multidisciplinar, incluindo cardiologista, obstetra de alto risco e geneticista, com ecocardiograma fetal para rastreamento de malformações cardíacas no feto.
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