Conduta no Carcinoma Urotelial pT1: Quando indicar Re-RTU?

MedEvo Simulado — Prova 2026

Enunciado

Arnaldo, 72 anos, ex-tabagista (carga tabágica de 45 anos-maço), procurou o serviço de urologia com queixa de hematúria macroscópica indolor e intermitente há 4 meses. Após investigação inicial com cistoscopia, que evidenciou lesão vegetante de 3 cm em parede lateral direita, foi submetido à ressecção transuretral de bexiga (RTU-B). O laudo anatomopatológico revelou carcinoma de células uroteliais de alto grau, com invasão da lâmina própria (estadiamento pT1). O patologista ressalta, no entanto, que não foram identificadas fibras da camada muscular própria (músculo detrusor) nos fragmentos enviados para análise. O paciente apresenta bom estado performance (ECOG 0) e função renal preservada. Diante desse cenário histopatológico e clínico, a conduta mais adequada é:

Alternativas

  1. A) Solicitar tomografia de abdome e pelve para estadiamento e iniciar quimioterapia neoadjuvante.
  2. B) Iniciar imediatamente o protocolo de indução com BCG (Bacilo Calmette-Guérin) intravesical.
  3. C) Indicar cistectomia radical com linfadenectomia pélvica e derivação urinária ileal.
  4. D) Realizar nova ressecção transuretral (Re-RTU) do leito tumoral em 2 a 6 semanas.

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