Conduta no Carcinoma in situ do Colo Uterino e Lesão NIC III

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - Campus Sorocaba — Prova 2017

Enunciado

Dona Júlia tem 48 anos, apresenta quadro de sangramento uterino anormal com hemorragias e dismenorreia secundária. Foi ao ginecologista que, após examinar e efetuar o ultrassom, confirmou que ela teria leiomiomatose uterina e indicou histerectomia total abdominal. Contudo, como ela não fazia prevenção de câncer ginecológico há muitos anos, colheu a colpocitologia oncótica e solicitou os demais exames pré-operatórios. Exceto por anemia ferropriva razoável, os demais exames estavam adequados para ela se submeter ao procedimento cirúrgico. Porém, o resultado de sua colpocitologia oncótica foi LIEAG. O ginecologista procedeu a biópsia de colo uterino guiada pela colposcopia e o resultado do anatomopatógico desta biópsia foi “Carcinoma in situ do colo uterino”. Assinale a alternativa CORRETA entre as indicadas.

Alternativas

  1. A) A proposta do ginecologista foi fazer uma conização cervical com bisturi de alta frequência antes de submetê-la à histerectomia.
  2. B) O ginecologista explicou que havia ainda mais a indicação de se retirar o útero e agilizou a internação para submetê-la à histerectomia total abdominal.
  3. C) A partir deste resultado o ginecologista explicou que agora ele descobriu que ela precisaria se submeter a uma cirurgia maior chamada Wertheim-Meigs.
  4. D) O ginecologista modificou sua conduta indicando radioterapia pré-operatória, preferencialmente com braquiterapia, para depois fazer a histerectomia.

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