UNIRV - Universidade de Rio Verde (GO) — Prova 2022
Sobre câncer de tireoide, podemos afirmar:
Carcinoma papilífero = tipo mais comum de câncer de tireoide (80-90%).
O carcinoma papilífero é o tipo histológico mais prevalente de câncer de tireoide, representando a vasta maioria dos casos. É importante reconhecer essa epidemiologia para o manejo e prognóstico, pois geralmente possui um bom prognóstico.
O câncer de tireoide é a neoplasia endócrina mais comum, com uma incidência crescente. A maioria dos casos tem um bom prognóstico, especialmente quando diagnosticados precocemente. A compreensão dos diferentes tipos histológicos e sua epidemiologia é fundamental para o manejo adequado dos pacientes. O carcinoma papilífero de tireoide é, de longe, o tipo mais prevalente, correspondendo a 80-90% de todos os cânceres de tireoide. Ele geralmente se desenvolve a partir das células foliculares e tende a ter um curso indolente, com bom prognóstico. Outros tipos incluem o carcinoma folicular (5-10%), medular (3-5%, originado das células C parafoliculares) e o anaplásico (<2%, agressivo e de mau prognóstico). O diagnóstico de nódulos tireoidianos frequentemente envolve a ultrassonografia e a Punção Aspirativa por Agulha Fina (PAAF), que é crucial para a diferenciação entre lesões benignas e malignas. A PAAF é particularmente útil para carcinomas papilíferos e medulares, mas pode ter limitações nos tumores foliculares, que muitas vezes exigem análise histopatológica pós-cirúrgica para confirmação da malignidade.
Os principais tipos são papilífero (o mais comum), folicular, medular e anaplásico. Cada um tem características, prognóstico e tratamento distintos.
A Punção Aspirativa por Agulha Fina (PAAF) é o método mais eficaz para diferenciar nódulos benignos de malignos na tireoide, guiando a conduta terapêutica.
O carcinoma medular de tireoide origina-se das células C parafoliculares, que produzem calcitonina. Pode ser esporádico ou hereditário, associado à Síndrome de Neoplasia Endócrina Múltipla (MEN).
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