SUS-RR - Sistema Único de Saúde de Roraima — Prova 2021
A maioria dos pacientes que apresentam nódulo único da tireoide possuem uma lesão benigna, porém, a hipótese de câncer sempre precisa ser considerada. Uma das principais indicações da tireoidectomia é o câncer de tireoide. Dentre os inúmeros tipos histológicos da neoplasia da tireoide, o que possui melhor prognóstico é:
Carcinoma papilífero de tireoide = tipo mais comum e com melhor prognóstico entre os cânceres de tireoide.
O carcinoma papilífero é o tipo mais comum de câncer de tireoide e, geralmente, apresenta um excelente prognóstico devido à sua natureza bem diferenciada e lenta progressão. Em contraste, o carcinoma anaplásico é o de pior prognóstico, sendo altamente agressivo.
O câncer de tireoide é a neoplasia endócrina mais comum, e sua incidência tem aumentado globalmente. A maioria dos nódulos tireoidianos é benigna, mas a avaliação de nódulos é crucial para identificar malignidades. A tireoidectomia é a principal modalidade de tratamento para o câncer de tireoide, e a escolha da extensão da cirurgia e terapias adjuvantes depende do tipo histológico, tamanho do tumor, invasão e presença de metástases. Os tipos histológicos de câncer de tireoide variam significativamente em agressividade e prognóstico. O carcinoma papilífero e o folicular são considerados bem diferenciados, com o papilífero sendo o mais prevalente e apresentando o melhor prognóstico. Eles geralmente respondem bem à cirurgia e à terapia com iodo radioativo. O carcinoma medular, que se origina das células C parafoliculares, tem um prognóstico intermediário e requer acompanhamento com calcitonina. O carcinoma anaplásico é raro, mas extremamente agressivo e indiferenciado, com um prognóstico muito reservado. Para o residente, é fundamental compreender as características de cada tipo histológico para guiar o manejo e o aconselhamento do paciente. A diferenciação celular é um fator prognóstico chave, com os tumores bem diferenciados tendo uma sobrevida significativamente maior. A vigilância ativa pode ser uma opção para microcarcinomas papilíferos de baixo risco, enquanto tumores mais agressivos exigem abordagens terapêuticas mais intensivas.
O carcinoma papilífero é o tipo mais comum, representando cerca de 80% dos casos. Ele é considerado um câncer bem diferenciado e possui o melhor prognóstico, com altas taxas de sobrevida em 10 anos, especialmente quando diagnosticado precocemente e tratado adequadamente.
Os principais tipos são: carcinoma papilífero (o mais comum e de melhor prognóstico), carcinoma folicular (segundo mais comum, bom prognóstico), carcinoma medular (origem nas células C parafoliculares, prognóstico intermediário) e carcinoma anaplásico (raro, indiferenciado, de pior prognóstico).
O carcinoma papilífero tem um prognóstico superior devido à sua natureza bem diferenciada, o que significa que suas células se assemelham mais às células tireoidianas normais e crescem mais lentamente. Além disso, ele tende a se espalhar preferencialmente para linfonodos regionais, que são mais facilmente tratados cirurgicamente, em vez de metástases à distância.
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