Unimed-Rio - Cooperativa de Trabalho Médico (RJ) — Prova 2023
O tumor maligno mais comum da glândula tireoide é:
Carcinoma Papilífero = tumor maligno mais comum da tireoide (>80% dos casos).
O carcinoma papilífero é o tipo histológico mais prevalente de câncer de tireoide, representando a vasta maioria dos casos. Geralmente tem um bom prognóstico, especialmente quando diagnosticado precocemente e tratado adequadamente.
O carcinoma papilífero da tireoide é o tumor maligno mais prevalente da glândula tireoide, respondendo por mais de 80% de todos os casos. Sua importância clínica reside na alta incidência e na necessidade de um diagnóstico preciso para o manejo adequado. É fundamental que estudantes e residentes compreendam suas características epidemiológicas e histopatológicas. A fisiopatologia envolve mutações genéticas, como BRAF e RET/PTC, que levam à proliferação descontrolada das células foliculares. O diagnóstico é feito por ultrassonografia e biópsia por aspiração com agulha fina (PAAF). A suspeita deve surgir em nódulos tireoidianos com características ultrassonográficas suspeitas. O tratamento primário é cirúrgico, geralmente tireoidectomia, podendo ser complementado com iodo radioativo em casos selecionados. O prognóstico é geralmente favorável, com altas taxas de cura, mas o acompanhamento a longo prazo é crucial para monitorar recorrências.
Os principais tipos são carcinoma papilífero (o mais comum), folicular, medular e anaplásico. Cada um possui características histológicas e prognósticos distintos.
O diagnóstico precoce permite um tratamento mais eficaz, geralmente cirúrgico, e está associado a um excelente prognóstico e altas taxas de sobrevida.
Os principais fatores incluem exposição à radiação na infância, história familiar de câncer de tireoide e algumas síndromes genéticas.
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