UDI Hospital - Hospital UDI São Luís (MA) — Prova 2020
O carcinoma folicular de tireoide apresenta as seguintes características:
Carcinoma Folicular de Tireoide (CFT) → menor disseminação linfonodal que o papilífero; metástase hematogênica (pulmão, osso).
O carcinoma folicular de tireoide (CFT) é o segundo tipo mais comum de câncer diferenciado da tireoide. Diferentemente do carcinoma papilífero, que tem alta propensão a metástases linfonodais, o CFT tende a se disseminar via hematogênica, com metástases à distância para pulmões e ossos sendo mais características.
O carcinoma folicular de tireoide (CFT) é o segundo tipo mais comum de câncer diferenciado da tireoide, originando-se das células foliculares. Representa cerca de 10-15% dos cânceres de tireoide e é mais comum em regiões com deficiência de iodo. Sua distinção do adenoma folicular é baseada na presença de invasão capsular e/ou vascular, que só pode ser confirmada por exame histopatológico completo. A principal característica que diferencia o CFT do carcinoma papilífero é o padrão de disseminação. Enquanto o papilífero tem uma alta propensão a metástases linfonodais regionais, o CFT tende a se disseminar via hematogênica, com metástases à distância para pulmões, ossos, cérebro e fígado sendo mais comuns. O diagnóstico definitivo requer análise histopatológica da peça cirúrgica, pois a PAAF não consegue diferenciar adenoma de carcinoma folicular. O tratamento primário para o CFT é a tireoidectomia total, seguida frequentemente por terapia com iodo radioativo (I-131) para ablação de remanescentes tireoidianos e tratamento de metástases. O prognóstico é geralmente bom, mas ligeiramente pior que o do carcinoma papilífero, especialmente na presença de metástases à distância ou invasão vascular extensa.
O carcinoma folicular de tireoide (CFT) tem como principal via de metástase a disseminação hematogênica, resultando em metástases à distância, mais comumente para pulmões, ossos e, menos frequentemente, cérebro e fígado.
O carcinoma folicular se diferencia do papilífero por apresentar menor disseminação para os linfonodos regionais do pescoço. O carcinoma papilífero, por outro lado, tem uma alta incidência de metástases linfonodais.
A terapia com iodo radioativo (I-131) é frequentemente utilizada como tratamento adjuvante após a tireoidectomia total para o carcinoma folicular, especialmente em casos de doença residual, metástases à distância ou alto risco de recorrência, visando destruir células tireoidianas remanescentes e metastáticas.
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