Nutrição no Câncer de Esôfago: Quando Indicar Jejunostomia

MedEvo Simulado — Prova 2026

Enunciado

Seu Valdemar, 58 anos, apresenta quadro de disfagia progressiva para sólidos e perda ponderal de 12% em três meses. A endoscopia digestiva alta revelou lesão vegetante e estenosante em esôfago médio (28 cm da arcada dentária superior), cujo laudo histopatológico confirmou carcinoma espinocelular. O paciente possui antecedente de cirrose hepática por álcool, classificada como Child-Pugh B, apresentando ascite moderada controlada com diuréticos e varizes esofágicas de médio calibre sem estigmas de sangramento recente. Para o início do protocolo de quimiorradioterapia neoadjuvante, é necessário otimizar o aporte nutricional, visto que o paciente apresenta ingesta oral praticamente nula e sinais de desnutrição proteico-calórica. Considerando a necessidade de suporte nutricional prolongado e o planejamento cirúrgico futuro, a via de acesso mais adequada para este paciente é:

Alternativas

  1. A) Jejunostomia de alimentação (via aberta ou laparoscópica).
  2. B) Gastrostomia endoscópica percutânea (PEG).
  3. C) Passagem de sonda nasoenteral locada em posição pós-pilórica.
  4. D) Nutrição parenteral total exclusiva por cateter venoso central.

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