MedEvo Simulado — Prova 2026
Jandira, 54 anos, nulípara, obesa (IMC 34 kg/m²) e tabagista ativa (30 maços-ano), comparece à consulta ginecológica com queixa de sangramento vaginal persistente há 5 meses, que se intensifica após as relações sexuais. Relata que sua última menstruação ocorreu há 2 anos, mas nega ter realizado terapia de reposição hormonal. Ao exame físico, apresenta bom estado geral e estabilidade hemodinâmica. O exame especular revela a presença de uma massa exofítica, friável, com áreas de necrose e sangramento ativo ao toque, localizada no lábio posterior do colo uterino, medindo cerca de 3,5 cm em seu maior diâmetro. O toque vaginal e retal sugerem que a lesão atinge o terço superior da vagina, mas os paramétrios estão livres até a parede pélvica. Uma ultrassonografia transvaginal realizada previamente pela paciente mostrava um útero de 90 cm³, com eco endometrial de 11 mm e anexos sem particularidades. Diante do quadro clínico e dos achados descritos, qual é a principal hipótese diagnóstica?
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