UFAL/HUPAA - Hospital Universitário Prof. Alberto Antunes (AL) — Prova 2021
Atualmente, várias opções terapêuticas medicamentosas estão disponíveis para o tratamento das Emergências Hipertensivas (EH). O fármaco anti-hipertensivo ideal para uso parenteral deve apresentar as seguintes características listadas abaixo, indique a errada.
Fármaco ideal para EH → rápido início/duração, previsível, reversível, mínimo ajuste, reverte fisiopatologia.
Em emergências hipertensivas, a escolha do fármaco parenteral é crucial. O ideal deve ter rápido início e curta duração de ação, permitindo titulação precisa e previsível para evitar hipotensão excessiva e garantir a reversão das alterações fisiopatológicas agudas.
Emergências hipertensivas representam condições clínicas graves caracterizadas por elevação acentuada da pressão arterial associada a lesão aguda de órgãos-alvo, como cérebro, coração, rins ou retina. A prevalência dessas condições é significativa, e o manejo inadequado pode levar a morbidade e mortalidade elevadas, tornando o conhecimento aprofundado essencial para residentes e profissionais de saúde. O diagnóstico precoce e a intervenção terapêutica imediata são cruciais. A fisiopatologia envolve um desequilíbrio entre vasoconstritores e vasodilatadores, resultando em aumento da resistência vascular sistêmica e disfunção endotelial. A suspeita deve surgir em pacientes com PA muito elevada e sintomas de disfunção orgânica aguda, como cefaleia intensa, alterações visuais, dor torácica ou dispneia. O tratamento farmacológico de emergências hipertensivas requer o uso de agentes anti-hipertensivos parenterais. O fármaco ideal deve possuir rápido início de ação, curta duração, curva dose-resposta previsível, mínimo ajuste de dosagem e capacidade de reverter as alterações fisiopatológicas, permitindo um controle preciso e seguro da pressão arterial para proteger os órgãos-alvo.
Os principais fármacos incluem nitroprussiato de sódio, labetalol, nicardipino, esmolol e hidralazina, cada um com indicações específicas dependendo do órgão-alvo acometido.
Um rápido início e curta duração permitem uma titulação precisa da pressão arterial, facilitando o controle e minimizando o risco de hipotensão excessiva, que pode comprometer a perfusão de órgãos vitais.
Emergência hipertensiva envolve elevação grave da pressão arterial com lesão aguda de órgão-alvo, exigindo redução imediata da PA com fármacos parenterais. Urgência hipertensiva é elevação grave sem lesão de órgão-alvo, permitindo redução gradual com fármacos orais.
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