Santa Casa de Limeira (SP) — Prova 2022
Prurido vulvar intenso, ardor, vermelhidão, edema genital, fissuras e secreção branca grumosa são sintomas relacionados a
Prurido vulvar intenso + secreção branca grumosa = Candidíase vulvovaginal.
A candidíase vulvovaginal é uma infecção fúngica comum, caracterizada por prurido vulvar intenso, ardor, eritema, edema e a clássica secreção vaginal branca, espessa e grumosa, muitas vezes descrita como "leite coalhado". O diagnóstico é clínico e confirmado por microscopia.
A candidíase vulvovaginal (CVV) é uma infecção fúngica comum da vulva e vagina, causada principalmente por espécies de Candida, sendo a Candida albicans responsável por 85-90% dos casos. É uma das causas mais frequentes de vulvovaginite, afetando um grande número de mulheres em idade reprodutiva e sendo um tema relevante para a prática clínica e provas de residência. Os sintomas clássicos da CVV incluem prurido vulvar intenso, que é o sintoma mais proeminente, ardor, irritação, vermelhidão (eritema), edema da vulva e vagina, e ocasionalmente fissuras. A secreção vaginal é tipicamente branca, espessa, grumosa e inodora, muitas vezes descrita como "leite coalhado" ou "ricota". Esses sintomas podem piorar antes da menstruação. O diagnóstico é feito pela história clínica, exame físico e, idealmente, pela microscopia da secreção vaginal, que revela a presença de hifas e esporos. O tratamento da candidíase vulvovaginal geralmente envolve antifúngicos tópicos (cremes, óvulos) ou orais (fluconazol). É crucial diferenciar a CVV de outras vulvovaginites, como vaginose bacteriana e tricomoníase, que apresentam características clínicas e de secreção distintas. O manejo adequado e a identificação de fatores de risco são importantes para prevenir recorrências e melhorar a qualidade de vida da paciente.
Os sintomas mais característicos são prurido vulvar intenso, ardor, vermelhidão, edema genital e uma secreção vaginal branca, espessa e grumosa, semelhante a "leite coalhado".
O diagnóstico é principalmente clínico, baseado nos sintomas e exame físico, e pode ser confirmado por exame microscópico da secreção vaginal com KOH, que revela hifas e esporos.
Fatores de risco incluem uso de antibióticos de amplo espectro, diabetes mellitus, gravidez, uso de contraceptivos orais de alta dose de estrogênio, imunossupressão e roupas apertadas/úmidas.
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