Candidíase Vaginal: Sinais, Diagnóstico e Recorrência

FUBOG - Fundação Banco de Olhos de Goiás — Prova 2016

Enunciado

Mulher de 27 anos, casada, G2 P2, analista de sistemas, usuária de anticoncepcional oral combinado, com queixa de corrimento vaginal já tratado várias vezes. Apesar de melhoras temporárias, sempre reaparece, deixando-a muito ansiosa e preocupada, atrapalhando sua vida sexual. O corrimento é esbranquiçado, com prurido vulvar intenso e piora na fase pré-menstrual e com o estresse. Relata ardor miccional e dispareunia. Ao exame: hiperemia e pequenas escoriações em região vulvar, secreção vaginal em moderada quantidade, com aspecto de "leite coalhado". O pH vaginal está entre 3,5 e 4,5. Não dispondo de outros recursos diagnósticos, a sua PRIMEIRA hipótese seria:

Alternativas

  1. A) Lesão herpética, devido ao fato de ser recidivante, ocorrer na fase pré-menstrual, e existir prurido e escoriações vulvares.
  2. B) Prurido vulvar psicogênico, relacionado ao sedentarismo e ao estresse da vida moderna.
  3. C) Candidíase vaginal, pelo aspecto de recidiva e secreção vaginal, embora as queixas de ardor miccional e as escoriações vulvares sejam raríssimas e a piora seja pós-menstrual.
  4. D) Candidíase vaginal, pois há prurido vulvar, o pH vaginal é ácido, o aspecto do conteúdo vaginal é típico e as recidivas podem ser explicadas por existir reservatório gastrintestinal.

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