HIAE/Einstein - Hospital Israelita Albert Einstein (SP) — Prova 2020
Considere a imagem abaixo. O esfregaço de células vaginais mostrado na imagem revela a presença de
Esfregaço vaginal com hifas e pseudo-hifas = Candidíase.
A presença de hifas e pseudo-hifas, juntamente com esporos de levedura no esfregaço vaginal, é o achado microscópico característico da vulvovaginite candidiásica, confirmando a infecção fúngica.
A vulvovaginite candidiásica, comumente conhecida como candidíase vaginal, é uma infecção fúngica do trato genital feminino causada principalmente por espécies de Candida, sendo a Candida albicans a mais frequente. É uma das causas mais comuns de vulvovaginite, afetando um grande número de mulheres em idade reprodutiva. Os sintomas incluem prurido intenso, corrimento vaginal branco e espesso, e irritação vulvar. O diagnóstico da candidíase vaginal é feito através da avaliação clínica e, idealmente, confirmado por exame microscópico do esfregaço vaginal. A coleta da secreção vaginal é realizada e examinada em lâmina com soro fisiológico e/ou hidróxido de potássio (KOH). O KOH dissolve as células epiteliais, facilitando a visualização dos elementos fúngicos. No exame microscópico, a presença de hifas e pseudo-hifas, juntamente com esporos de levedura, é patognomônica da infecção por Candida. As hifas são filamentos fúngicos verdadeiros, enquanto as pseudo-hifas são cadeias alongadas de células de levedura. A identificação desses elementos é crucial para diferenciar a candidíase de outras causas de vulvovaginite, como vaginose bacteriana ou tricomoníase, e direcionar o tratamento adequado, geralmente com antifúngicos tópicos ou orais.
Em um esfregaço vaginal, a candidíase é caracterizada pela presença de hifas, pseudo-hifas e esporos de levedura, que são as formas de crescimento do fungo Candida, geralmente Candida albicans.
A candidíase se diferencia pela presença de hifas/pseudo-hifas. A vaginose bacteriana mostra 'clue cells' (células epiteliais recobertas por bactérias) e ausência de lactobacilos. A tricomoníase revela trofozoítos flagelados móveis.
Os sintomas incluem prurido vulvovaginal intenso, corrimento vaginal espesso e branco (aspecto de 'leite coalhado'), eritema e edema vulvar, e disúria ou dispareunia.
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