Conduta no Câncer de Vesícula Biliar T2: Cirurgia Radical

UERJ/HUPE - Hospital Universitário Pedro Ernesto (RJ) — Prova 2025

Enunciado

Mulher de 55 anos recebeu resultado de exame de imagem indicando espessamento irregular de parede da vesícula biliar, com lesão vegetante no interior e ausência de outros achados relevantes. É então submetida à colecistectomia por laparotomia com congelação, que identifica lesão neoplásica. O tumor invade o tecido conjuntivo perimuscular da parede da vesícula, sem extensão além da serosa ou para o fígado. O ducto cístico está com margens livres. A melhor conduta para o caso é realizar:

Alternativas

  1. A) Hepatectomia dos segmentos IVb e V, e linfadenectomia de hilo hepático, celíacos direitos e pancreatoduodenais posteriores.
  2. B) Hepatectomia direita e linfadenectomia de hilo hepático, celíacos direitos e pancreatoduodenais posteriores.
  3. C) Quimioterapia e radioterapia adjuvante com 5-fluorouracil 500mg/m2 IV e RT 50.4 Gy em 28 frações.
  4. D) Quimioterapia adjuvante com gencitabina 1.000 mg/m2 IV e capecitabina 650mg/m2 via oral.

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