UESPI - Universidade Estadual do Piauí — Prova 2025
Sobre as neoplasias malignas da tireoide, marque a alternativa CORRETA.
Irradiação cervical (especialmente na infância) é um fator etiológico bem estabelecido para câncer de tireoide.
A exposição à radiação ionizante, particularmente na região cervical durante a infância, é o fator de risco ambiental mais bem estabelecido para o desenvolvimento de câncer de tireoide, especialmente o tipo papilífero. Isso ressalta a importância da proteção radiológica e do rastreamento em populações expostas.
As neoplasias malignas da tireoide representam a malignidade endócrina mais comum, com uma incidência crescente globalmente. Embora a maioria dos cânceres de tireoide tenha um bom prognóstico, especialmente os diferenciados, é crucial entender seus fatores etiológicos, epidemiologia e características para um manejo adequado. Um dos fatores etiológicos mais bem estabelecidos para o câncer de tireoide é a exposição à radiação ionizante, particularmente na região cervical durante a infância. Essa exposição pode ocorrer devido a tratamentos de radioterapia para outras condições (como linfoma de Hodgkin ou acne na face/pescoço no passado) ou por acidentes nucleares. A radiação induz mutações genéticas nas células tireoidianas, aumentando o risco de carcinoma papilífero. Epidemiologicamente, o câncer de tireoide é mais frequente em mulheres do que em homens (proporção de 3:1) e sua incidência aumenta com a idade. No entanto, a ocorrência em crianças, embora rara, geralmente está associada a um curso mais agressivo e maior taxa de metástases. O tipo histológico mais comum é o carcinoma papilífero, que tem um excelente prognóstico. O carcinoma anaplásico, por outro lado, é o tipo menos comum, mas o mais agressivo e com pior prognóstico, não sendo, portanto, a neoplasia maligna mais comum da tireoide.
O principal fator de risco ambiental para o câncer de tireoide é a exposição à radiação ionizante, especialmente na região cervical e durante a infância. Isso inclui tratamentos de radioterapia para outras condições ou acidentes nucleares.
O tipo histológico mais comum é o carcinoma papilífero de tireoide, que representa cerca de 80% dos casos. Outros tipos incluem o carcinoma folicular (10-15%), medular (5%) e anaplásico (1-2%), sendo este último o mais agressivo.
O câncer de tireoide é significativamente mais comum em mulheres do que em homens, com uma proporção de aproximadamente 3:1. A incidência aumenta com a idade, mas pode ocorrer em qualquer faixa etária, sendo rara em crianças, mas com pior prognóstico quando presente.
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