INTO - Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad (RJ) — Prova 2023
São critérios para excisão local no câncer retal, exceto:
Excisão local câncer retal: T1 (não ultrapassa submucosa), <3cm, <30% circunferência, bem/moderadamente diferenciado, sem invasão linfovascular/perineural.
A excisão local para câncer retal é uma opção para tumores selecionados, geralmente T1 (limitados à submucosa), pequenos, bem diferenciados e sem características de alto risco (invasão linfovascular/perineural). Tumores que invadem a muscular própria (T2) ou além, geralmente requerem ressecção radical.
A excisão local para o câncer retal é uma modalidade terapêutica menos invasiva que a ressecção radical, reservada para casos muito selecionados de tumores retais precoces. A correta seleção dos pacientes é fundamental para garantir o controle oncológico e evitar subtratamento. O entendimento dos critérios de estadiamento e histopatológicos é uma habilidade essencial para o residente de cirurgia. Os critérios para excisão local incluem: tumor T1 (invasão limitada à submucosa), tamanho menor que 3 cm, envolvimento de menos de 30% da circunferência luminal, ausência de evidência radiológica de metástase e histologia favorável (bem ou moderadamente diferenciado, sem invasão linfovascular ou perineural). Tumores que invadem a camada muscular própria (T2) ou além, possuem um risco elevado de metástase linfonodal e, portanto, requerem uma ressecção radical com linfadenectomia. A avaliação pré-operatória cuidadosa, incluindo ressonância magnética pélvica e colonoscopia com biópsia, é indispensável para o estadiamento preciso. A decisão pela excisão local deve ser discutida em equipe multidisciplinar, considerando os riscos e benefícios para o paciente. O residente deve dominar esses conceitos para a prática clínica e para as provas de residência.
Os critérios incluem tumores T1 (limitados à submucosa), menores que 3 cm, que envolvem menos de 30% da circunferência luminal, bem ou moderadamente diferenciados, sem invasão linfovascular ou perineural e sem evidência de metástase.
Tumores que invadem a muscular própria (T2) têm um risco significativamente maior de metástase para linfonodos regionais, o que exige uma ressecção radical com linfadenectomia para um tratamento oncológico adequado.
A histologia é crucial; tumores bem ou moderadamente diferenciados são mais favoráveis. Tumores pouco diferenciados ou com invasão linfovascular/perineural têm maior risco de recorrência e metástase, contraindicando a excisão local.
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