Grupo OPTY - Rede de Oftalmologia — Prova 2025
O câncer de próstata é uma das neoplasias mais comuns entre homens, e seu tratamento varia conforme o risco e o estágio da doença. A escolha terapêutica deve considerar não apenas o estágio do câncer, mas também as características individuais do paciente, como idade e saúde geral. A opção de tratamento recomendada para pacientes com câncer de próstata em estágio de risco intermediário desfavorável é:
Câncer de próstata risco intermediário desfavorável → Prostatectomia radical com linfadenectomia ou radioterapia + terapia hormonal.
Para câncer de próstata em estágio de risco intermediário desfavorável, que inclui critérios como Gleason score 7 (4+3), PSA > 10-20 ng/mL ou mais de 50% de biópsias positivas, a prostatectomia radical com linfadenectomia pélvica é uma opção de tratamento curativo, assim como a radioterapia externa associada à terapia de privação androgênica.
O câncer de próstata é uma das neoplasias mais prevalentes em homens, e a estratificação de risco é fundamental para guiar o tratamento. Pacientes são classificados em grupos de risco (muito baixo, baixo, intermediário favorável, intermediário desfavorável, alto e muito alto) com base em parâmetros como PSA, escore de Gleason e estágio clínico (T). O grupo de risco intermediário desfavorável é caracterizado por um prognóstico um pouco pior que o intermediário favorável, com maior probabilidade de progressão da doença. Os critérios incluem, por exemplo, um Gleason score 7 (4+3), PSA entre 10-20 ng/mL, ou mais de 50% dos fragmentos da biópsia positivos. A fisiopatologia da progressão da doença nesses casos justifica uma abordagem mais agressiva. Para pacientes com câncer de próstata de risco intermediário desfavorável, as opções de tratamento curativo incluem a prostatectomia radical (remoção cirúrgica da próstata, frequentemente com linfadenectomia pélvica para avaliar o envolvimento linfonodal) ou a radioterapia externa, muitas vezes combinada com terapia de privação androgênica. A escolha entre essas modalidades depende de fatores como idade do paciente, comorbidades, preferências e expectativa de vida, visando o controle oncológico e a minimização de efeitos adversos.
Incluem Gleason score 7 (4+3), PSA entre 10-20 ng/mL, ou mais de 50% de fragmentos positivos na biópsia, ou T2b.
As principais opções curativas são a prostatectomia radical com linfadenectomia pélvica ou a radioterapia externa associada à terapia de privação androgênica.
A vigilância ativa é menos apropriada devido ao maior risco de progressão da doença e metástases, sendo mais indicada para casos de muito baixo ou baixo risco.
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