UERN - Universidade do Estado do Rio Grande do Norte — Prova 2020
NÃO é estratégia para a prevenção do câncer de pele:
Bronzeamento artificial NÃO é estratégia de prevenção de câncer de pele; pelo contrário, AUMENTA o risco.
O bronzeamento artificial utiliza radiação ultravioleta (UV) artificial, que é um fator de risco conhecido para o desenvolvimento de câncer de pele, incluindo melanoma. Portanto, preferir o bronzeamento artificial ao natural não é uma estratégia de prevenção, mas sim um comportamento de risco.
O câncer de pele é o tipo de câncer mais comum no Brasil, sendo amplamente prevenível. A principal causa é a exposição excessiva e desprotegida à radiação ultravioleta (UV) do sol. A educação sobre fotoproteção é fundamental para reduzir a incidência de melanoma, carcinoma basocelular e carcinoma espinocelular. As estratégias de prevenção envolvem a adoção de hábitos saudáveis de exposição solar e o uso de barreiras físicas e químicas. Isso inclui evitar o sol nos horários de maior intensidade (entre 10h e 16h), buscar a sombra, usar roupas com proteção UV, chapéus de aba larga e óculos de sol, além da aplicação regular e correta de protetor solar com fator de proteção solar (FPS) adequado. É crucial desmistificar a ideia de que o bronzeamento artificial é uma alternativa segura. As câmaras de bronzeamento emitem radiação UV que comprovadamente aumenta o risco de câncer de pele, sendo contraindicadas. A conscientização sobre esses riscos e a promoção de práticas seguras de fotoproteção são responsabilidades importantes para profissionais de saúde e residentes.
As principais estratégias incluem evitar a exposição solar nos horários de pico (10h-16h), usar protetor solar com FPS adequado e reaplicá-lo, usar roupas de proteção, chapéus e óculos de sol, e evitar o bronzeamento artificial.
O bronzeamento artificial expõe a pele a altas doses de radiação ultravioleta (UVA e UVB), que danificam o DNA das células da pele e aumentam o risco de desenvolver câncer de pele, incluindo melanoma.
A reaplicação do filtro solar a cada 2 horas, ou após suor intenso e mergulhos, é crucial para manter a eficácia da proteção, pois o produto pode ser removido ou ter sua ação reduzida ao longo do tempo.
Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.
Responder questão no MedEvo